22.12.07

pas si simple.


ALVY'S VOICE-OVER
After that it got pretty late. And we
both hadda go, but it was great seeing
Annie again, right? I realized what a
terrific person she was and-and how much
fun it was just knowing her and I-I
thought of that old joke, you know, this-
this-this guy goes to a psychiatrist and
says, "Doc, uh, my brother's crazy. He
thinks he's a chicken." And, uh, the
doctor says, "Well, why don't you turn
him in?" And the guy says, "I would, but
I need the eggs." Well, I guess that's
pretty much how how I feet about
relationships. You know, they're totally
irrational and crazy and absurd and ...
but, uh, I guess we keep goin' through it
because, uh, most of us need the eggs.
'Annie Hall', Woody Allen

21.12.07

(atitudes.)

O carácter é o nosso sistema de movimentos.

13.12.07

quando fechas os olhos e pensas que voas.
com as borboletas no teu estômago a bater as asas com tanta força.
é isso.
Falta-me.

12.12.07

I can't escape myself.




(i wish i could.)

27.11.07

look at it out here, it's all falling apart.

as escolhas que fazemos vão-nos definindo. uma atrás da outra. cada escolha, um erro, uma vitória. a vida vai-se construindo assim, escolhas. something good, don't give up. a questão aqui é o sacrifício investido em cada escolha. cada regra a quebrar. cada sorriso. a responsabilidade e o empenho em cada escolha (fácil ou difícil) é o que define algo bem feito. depende tudo de cada um de nós.
take a chance, disseram-me.
o esperado é sempre o que faz a vida correr. sem surpresas, sem sacríficios. soa fácil.
quando o inesperado nos rompe, aí sim.
...
life.

26.11.07

expressividade.

nunca me consigo fazer sentir.

28.10.07

no início era a imagem.

e os irmãos Lumière trouxeram-nos a vida.




o cinema nasceu aqui. nasceu com a vontade de mostrar a vida.
e aqui está. a arte da realidade.
um bocadinho da vida em 3 takes. os 3 primeiros.
(e a preocupação das Pessoas que ao terceiro take, apanhadas desprevenidas no primeiro, já traziam as melhores roupas para sair do trabalho.)

T.

9.10.07

desire.

o desejo que arde.
o desejo que mata.
o desejo que não vai morrer.





(só mais um suspiro sem sentido nenhum.)
(faz o que queres, Tiago!)

2.10.07

inside.holocaust

[eu não entendo as pessoas. elas colidem, odeiam, matam.
não percebo como é possível nunca conseguir tocar realmente em alguém. nunca.
os segredos que todos temos. aqueles segredos que se os dissermos em frente
ao espelho sentimo-nos um nojo. aqueles que não confidenciamos a ninguém.
basta isso. basta isso para nunca conseguir tocar no fundo de alguém.
nunca ninguém se consegue dar neste mundo.
e como ? como é que com tão ódio e egoísmo.

como é que precisamos tanto uns dos outros ?]

o Amor.
contigo eu sei que isto não acontece.
quero saber que todo o medo e o desespero de ficar sem isto não tem razão.



(desculpa.)

10.9.07

wonderwall

Porquê que eu odeio tanto as Pessoas e preciso delas ao mesmo tempo ?


Foda-se.

28.8.07

.

Nunca me deixem.







21.8.07

9th.

já estão longe, hoje ainda mais.
o (ainda mais) vazio encheu o dia.
a espera de algum sinal custou.
chegou.
trocaram-se palavras.

a ansiedade enche o meu corpo. não consigo fazer nada direito.

mais logo, vou-me desfazer.

mais logo.

20.8.07

8th.

um caos entrou. aqui dentro.
o que eu temia aconteceu e as palavras não chegaram.

está quase.

18.8.07

7th.

hoje não foi tão mau.
senti-me (quase) bem.


e é isso.

smile.

fui acordado por palavras muito más.
acabou bem.
coisas foram ditas, pessoas foram ouvidas.
o coração descansou, um bocadinho.

até logo.

17.8.07

6th.

hoje é sexta feira.
todo um ritual que pontuou todas as semanas.
hoje, nada.
a minha cabeça tem um colapso e a única coisa que quero fazer é desaparecer.
4 dias.
a minha vontade é tão grande, maior que a razão. não aguento a falta.
nada faz sentido e eu não consigo sentir.
deve ter ido também, o meu sentir.



where is my mind ?

16.8.07

grito.

i just can't stand it.
it's so hard.

antes, alguém disse.

'a desilusão é brutal.'

é, pois é.

(é a minha mania de esperar e dar-me mal, não é ?)

5th.

getting worst and worst.
nunca me tinha sentido assim.
n u n c a .
hoje, não consigo dizer nada.
palavras foram ditas, lágrimas saíram.
a falta que me fazem transcende qualquer coisa. (se soubessem.)

se isto já foi mau, i can't imagine tomorrow.

interlúdio.

não ouço nada. não vejo nada. não sinto nada.

ainda falta tanto tempo.

15.8.07

4th.

como a lei de murphy diz. 'se alguma coisa puder correr mal, correrá mal.'. até os que nunca iam, foram.

outro dia. um toque irritante e palavras que aquecem. desejo que nunca parem mas não posso ser tão egoísta (mas eu preciso tanto.) escrevem-se umas, dizem-se outras. o coração aperta e deseja, precisa.
antes do pior, gritos para estas quatros paredes e tentativas sem resposta.
5horas. ali, o que já é mau, piorou. os pensamentos traem-me e não consigo controlar o nervosismo que toma o meu corpo.
à procura de um refúgio, nada.
faço uma melodia com o silêncio e (des)espero.
ao passar do dia fogo que ilumina o céu é visto pela janela. ouve-se uma música, não aguento. sai tudo cá para fora.

eu preciso tanto.
(can't you see ?)



amanhã, amanhã.

suspiro.

outch, i've lost myself again.



(get me out of here.)

14.8.07

3rd.

hoje foi o primeiro oficial e completamente só. dum momento para o outro os dias ficaram vazios, não há ninguém para olhar, para ouvir, para sentir.
começou com palavras que sabia que iam aparecer (e que sei que vão morrer, com os dias). tenho tudo à flor-da-pele, o coração bate muito rápido, à espera, a desejar.
a minha cabeça está longe de tudo o que faço e medos antigos ocupam cada pensamento que corre.
acaba com palavras faladas e (muitas) palavras escritas. palavras de conforto, de amor. fecho os olhos com saudade e não consigo evitar pensar,

não vai melhorar.

13.8.07

2nd.

eu sabia. foi tão difícil. os pensamentos de ontem ainda gritaram mais alto. tão alto que se fizeram ouvir. a vontade de explodir num grito era muita. what is done, is done. Penso. não devia pensar tanto. palavras são escritas sem retorno, dá-se o último beijo. diz-se o adeus.

lembra-te.
adeus.

12.8.07

1st.

ainda só foi o primeiro. já custou e ainda nem sequer acabou.
tive a sensação que a minha cara explodia e que se transformava em mil pedaços de papel. no fim, só foi um sonho.
a vontade de coisas que não posso ter mata-me. uma sensação desconfortável na barriga instala-se. antecipam-se dias feios. aqueles dias.
a melancolia cresce e deixa-se ficar. os pensamentos gritam e o coração está pequenino.

sou um idiota.

e para hoje,

(porque o escolheste. porque diz tudo.)

20.7.07

arctic emotions.

...e foi melhor.
e soube tão bem.
e a experiência de me sentir esmagado por quatro mil pessoas.
e o sonho realizado e a memória que ficou.
well, them.



Oh that boy's a slag
The best you ever had
The best you ever had
Is just a memory and those dreams
Weren't as daft as they seem
Not as daft as they seem
My love when you dream them up
Oh, where did you go?
Where did you go?
Where did you go? Woah.

Fluorescent Adolescent

25.3.07

the thing.

do you know the feeling ?
that feeling when you jump from a bridge and the heart is beating so fast. when you think you're gonna fly ?
the same feeling, that burns up into your heart.
when you know that everything in this shitty world is so wrong. and you can't do nothing.





(só para dizer, i'm back.)

18.2.07

illusions.


hoje.
bem hoje, não me apetece falar, ouvir, escrever, sentir. queria tocar no meu piano para ninguém. queria voar para a Terra do Sempre e ver o castelo tal como ele era, antes.
bah. hoje, nem os meus ténis nem as minhas nuvens me acompanham.

e nem eu sei o que acabei de dizer.

16.2.07

Death by Love.

Acabei de sonhar que me deixavas. Subitamente as minhas gargalhadas transformaram-se em gritos insanos que enchiam o quarto, quando acordei.
Desesperado perguntava-te porquê, aos gritos enquanto sentia o amor a dissipar-se por todo o meu corpo, com as borboletas a bater as asas mais fortes que nunca. As lágrimas não paravam e eu em movimentos neuróticos não parava de andar de um lado para o outro. Não soube como acabou. Sei que bati com a mão na mesa e disse 'NÃO, por favor.' Acordei. Estava a suar por todos os lados e o meu coração tentava saltar-me do peito.
Não te encontrei e senti-me tão perdido. Perdido assim, quando não estás. Quando uma parte de mim é tirada de mim, Tu, e eu sinto-me tão impotente face a este Mundo.



Meu Amor.
Don't go, please don't go.

11.2.07

7 pm

A última vez que olhei para o relógio eram 7 da noite. Pela primeira vez o Tempo ouviu-me, deixou de ser o cabrão que é. Parou.
Parou, naquele momento tão mágico em que eu sei que posso voar dali e percorrer todos os meu sonhos, onde o Menino de 5 anos faz birras para ir ao Cinema e no segundo a seguir o mesmo Menino está, finalmente, realizado.
Naquele momento em que o abraço é tão forte que me vou desfazer num milhão de moléculas. Naquele sítio (muitas vezes, cá dentro[de onde vem o quente]) onde a cumplicidade é tão grande.

Quando me encontro à chuva, onde estou parado a ver as gotas a cair. Quando a vejo, tão inocente, tão bonita, e imagino a menina em que se vai tornar. Quando me lembro Dela e não consigo parar as lágrimas. Quando todas as nossas vozes se cruzam e Eles me fazem sentir tão bem. Até quando Eles gritam comigo e eu faço-me de forte, quando o aperto é tão grande.

E ainda são 7 da noite. (não são?)

4.2.07

Neurotic.

vejo-me a correr. estou a fugir de um tractor com dentes. um autocarro vem-me buscar ao meu quintal e eu saio do banho vestido de astronauta. começo a roer as peles das minhas unhas, as unhas, quando dou por mim quase que como o meu dedo mendinho.
pi pi pi. o despertador toca e eu parto-o todo com o martelo que tiro do bolso dos boxers. acordei, outra vez. estou num conto de Roald Dahal e está a dar Radiohead - Creep (perfect, i think) desço a montanha de chocolate branco e caio num buraco onde não há Tempo. (Nota Mental : Era tão bom que não existisse o Tempo.)
aterro na minha cama, saio do quarto e pergunto-me se era suposto ter o zoo em casa. começo a ficar nervoso, há muito tempo que não me lembro de respirar. está sol. mas é de noite. ou é de dia ? vou ver a minha bola de cristal. pego no comando do dvd e vejo a mesma cena um milhão de vezes. depois de já conseguir antecipar as falas saio de casa a correr e desta vez não é um tractor que me persegue. Pessoas. Estranhos. todos com mãos grandes e caras de bicho papão (ele é mau, não é ?)
pergunto-me o que faço aqui. a minha introspecção responde-me, procuras. corro outra vez, desta vez está tudo demasiado normal e eu não preciso de roer as minhas peles.
quando a vi, soube logo. era ela que eu procurava. estava longe quando a comecei a ouvir a sussurrar. e quando cheguei lá pude ouvir, pude ver, o vazio já não era mais vazio. Ela, a Árvore disse:

-E o que é que te custa mais ?
-Que não acreditem em mim.

3.2.07

Begin.


Fake Plastic Person in a Fake Plastic World, he says.
(but a green world ! [fake too?])


Só para dizer...olá. *